28 de abril de 2008
 Brincando de correr entre vagalumes
sem querer pegamos uma estrela baixa
roubamos todas as flores pra esconder perfumes
estrelas, vagalumes dentro de uma caixa
E foi até estranho, a gente nem deu conta
talvez na outra ponta, alguém pudesse pensar
menino vagalume, flor, menino estrela,
a brisa mais forte veio te buscar{...}


Deixa pra lá o que não interessa,
a gente não tem pressa de viver assim
feito platéia da nossa própria peça,
histórias, prosas, rimas, sem começo e fim
Pra temperar os sonhos e curar as febres
inserir nas preces do nosso sorriso
brincando entre os campos
{das nossas idéias}
somos vagalumes a voar perdidos...
a voar perdidos.

Marina Cruz

É Psicóloga por formação, Educadora por vocação e Falartista por opção.

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