6 de abril de 2008



Os pontos de vista se distorcem, as palavras transmitidas tomam outras significações no caminho até teu ouvido, ver o mundo com outros olhos às vezes é mais penoso do que parece. Viver dentro de formas geométricas pré determinadas torna-se cansativo, isso é quadrado; aquilo é redondo. Meu bem, somos prismáticos e nos enquadramos perfeitamente no encaixe do não-encaixe. . .


As inumeráveis faces do ser ficam mais evidentes quando NOS permitimos sem resistências. Não precisamos { cada segundo, tic tac tic tac } distribuir definições objetivas para tudo e todos. Respeitemos então cada digressão humana para que possamos crescer dentro de nós mesmos, como: h u m a n o s .


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Escolho dia após dia, primavera após primavera, a não-contentação de me encarar como pronta. Quero mais v i d a na memória, mais c o r do lado de fora da janela, do lado de dentro da pele.

Marina Cruz

É Psicóloga por formação, Educadora por vocação e Falartista por opção.

1 comentários

  1. Sabe garota, estava aqui olhando os blogs, qd descobri por um lapso momêntaneo aciclico do destino o seu.
    adorei seus textos esse especialmente pq ele retrata a dualidade, que acredito ser oluralidade humana de sentimentos o duelo do ying yang eternos.

    sabe parabens prisma é realmente um otimo texto.

    grato por poder deixar-te essa mensagem.